Pokémon Gold/Silver (Game Boy Color)

Informações Técnicas

Desenvolvedor: Game Freak Inc.
Distribuidora: Nintendo
Lançamento: 14/out/2000 (ocidente)

Outras plataformas: Nintendo 3DS (Nintendo eShop).

Pokémon Gold/Silver dá o ponta pé inicial para a segunda geração da franquia Pokémon.
Em relação a primeira geração, todos os Pokémon foram redesenhados, muita coisa nova foi inserida no game como o fato de ter manhã/dia/noite e terem Pokémon específicos que aparecem nesse período, a possibilidade de cruzar Pokémon para conseguir ovos (e consequentemente a maioria deles ganharam um gênero), explorar um novo continente com novos líderes de ginásio, a possibilidade de equipar um item em cada Pokémon, novos movesets, árvores com berries e o surgimento do famoso vírus PokéRus.

Desde o início o dificuldade do jogo caminha bem, sem ter nenhuma parte extremamente difícil (apesar que na época a líder Whitney me deu muito trabalho, mas hoje vejo que é só uma questão de estratégia e paciência para upar a equipe).
A história mantém aquele padrão de se tornar um mestre Pokémon, com o detalhe que os lendários dessa geração em diante começaram a carregar uma história e simbologia mais detalhada (tá, eu sei que há vários fragmentos sobre Mew e Mewtwo na ilha de Cinnabar, na primeira geração, mas ainda assim acho que somente a partir dessa que houve mais preocupação em dar mais profundidade ao universo em si).

Novos itens, novos movesets e novos Pokémon tornaram a aventura mais rica em estratégia.
Mesmo o nível da Elite 4 caindo em relação a geração anterior, há mais coisas a serem exploradas a partir desse ponto, como Kanto, novos Pokémon e uma reskin dos antigos líderes de ginásio.

As versões Gold e Silver se completam, mas ainda é necessário a comunicação com Red, Blue e Yellow (como todos já estão carecas de saber), mas mesmo assim o número de Pokémon presente nessas versões é bem equilibrada e não oferece dificuldades em montar um time diferenciado (seja com seus favoritos ou com a melhor combinação de tipos).

Para quem acompanhou a primeira geração e jogou essa na sequência, a evolução na série é uma coisa extremamente notável. Muitos aspectos ficaram mais completos, mas isso não tira o bilho de quem for começar a jogar a franquia por essa geração ou começou a jogar em versões sucessoras.

Mesmo se tratando de um jogo antigo, ao meu ver, envelheceu bem. Traz diversão, bons gráficos (para a época era uma coisa maravilhosa de ser vista num console portátil) e ainda uma brecha para que você interaja com outros jogadores.

Considerações finais – Analisando o jogo como um todo

Gráficos: 10/10. Depois de ter jogado a primeira geração, ver como tudo ficou mais colorido e mais detalhado foi uma das coisas mais impactantes quando comecei minha jornada na segunda geração. Todos os Pokémon ficaram super bonitinhos, assim como os novos sprites de trainadores e de líderes de ginásio (em especial os de Kanto, que ganharam uma versão atualizada).
UI e HUD: 10/10. Tudo fácil de mexer e entender: menu, caixa de diálogo, opções de batalha, etc. Por ser um RPG de Game Boy, ter clareza nos textos e menus é algo extremamente essencial para garantir bom entendimento e aproveitamento durante a jogatina.
Trilha Sonora e sons: 10/10. Músicas e sons marcantes, mesmo depois de mais de 10 anos ainda consigo lembrá-los perfeitamente.
Jogabilidade:  10/10. Jogabilidade fácil, mesmo para quem nunca jogou, assim que você retorna a New Bark, um treinador te ensina a capturar Pokémon, fora o menu/itens que é bem fácil de entender como funciona (como mencionei na parte de UI e HUD).
Após vencer a Eliter 4, ainda é possível explorar o outro lado do continente (Kanto), conseguir mais insignias, encontrar com outros Pokémon. O jogo em si garante muitas horas de jogo, tanto no modo história como no Multiplayer (para trocar Pokémon e batalhar com amigos).
Fator replay: 10/10. Começar tudo de novo, com um novo inicial, nova equipe, nova estratégia. É um jogo que eu posso jogar mil vezes e não consigo enjoar.

Nota máxima em todos os quesitos! Selo Anika Approves!
(Ok, a nostalgia pesou muito, mas mesmo assim não tenho como negar que essa geração foi muito bem estruturada.)

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