Sherlock Holmes: Crimes and Punishments (Xbox One)

Informações Técnicas

Desenvolvedor: Frogwares
Distribuidora: Focus Home Interactive
Lançamento: 02/dez/2015
Xbox Live: https://www.microsoft.com/pt-br/p/sherlock-holmes-crimes-and-punishments/bxf17dhb5hkb 

Tem achievements? Sim.

Outras plataformas: Xbox 360, PlayStation 3, Playstation 4 e PC.

Entre na pele do famoso detetive Sherlock Holmes e use toda a sua inteligência para solucionar 6 casos.

Esse jogo não vai apenas exigir tempo explorando os locais e juntando evidências mas também exigirá do jogador inteligência para solucionar os quebra-cabeças e um forte senso de justiça e dedução para dar o veredito final em cada caso.

Considerações finais – Analisando o jogo como um todo

Gráficos: 9/10. Eu achei os gráficos bem bonitos, principalmente nas cenas de diálogos. Os cenários foram muito bem elaborados, com mapas bem caprichados (e em alguns lugares, consideravelmente complexos). A única coisa que me incomodou foi a modelagem de algumas pessoas, que em determinadas posições parecem ter pequenos erros anatômicos.

UI e HUD: 10/10. O menu principal do jogo é bem simples e fácil de entender.
Dentro do jogo há um outro menu, que é exibido em forma de livro. Nele estão registrados todos os diálogos, pistas, pessoas chave, objetivos do jogo, além de um histórico de cada caso resolvido e sentença escolhida.
A primeira vista, esse menu in game parece meio confuso pois contém muitas informações, mas depois ele fica super fácil de compreender e torna-se muito útil para consultas.
Ter concentrado todas essas informações em um “livro” foi uma solução muito criativa da Focus Home Interactive, deixando o jogador mais imerso no universo investigativo.

Trilha Sonora e sons: 10/10. As músicas ambientam bem o clima de suspense do jogo, mas o ápice está nas vozes.
Todos os diálogos foram interpretados (muito bem interpretados, diga-se de passagem) com sotaque britânico, dando uma ambientação muito forte ao jogo.

Jogabilidade: 8/10. Você pode escolher se quer jogar em primeira ou terceira pessoa. Eu preferi jogar em primeira pessoa pois o controle mostrou-se muito mais amigável. Em terceira pessoa, o personagem move-se de forma meio desengonçada, não dando muita direção ao jogador na hora de explorar o ambiente e exibir quais objetos possuem interação.

Pistas e diálogos chaves transformam-se em “pontos” que podem ser ligados pelo próprio jogador, que criam deduções que conduzem a investigação. É possível criar mais de uma dedução para dois pontos ligados, criando um raciocínio diferente.
A parte que eu mais gostei nesse jogo foi isso, pois você pode dar mais de uma solução para um caso. Caso não junte pistas o suficiente ou faça deduções “erradas”, você pode acusar injustamente alguém.
Após escolher o seu veredito para o caso, o jogo lhe dá a possibilidade de mudar de ideia, caso ache que algo não está certo. Nesse caso, ele volta para o último save point (que é antes do seu veredito).

Todos os casos possuem consequências e afetam o ranking do Sherlock Holmes. Esse ranking será baseado nos vereditos escolhidos (que podem estar certos ou errados).

Os puzzles do jogo podem ser pulados, caso o jogador esteja mais interessado em solucionar logo cada caso. Confesso que acabei pulando alguns puzzles no final do jogo, pois estava ansiosa demais para ver o desfecho da história.

Fator replay: 8/10. Cada caso possui pelo menos um final alternativo, instigando o jogador a jogar novamente e ver um novo desfecho.

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